O que podemos esperar dessa geração? Talvez quase nada.
Enquanto o mundo caminha para o caos, as pessoas se divertem com programas infames que desafiam a nossa inteligência.
Parece que estamos revivendo cenas do naufrágio do Titanic: enquanto as pessoas dançam, bebem e se diverte, o navio está afundando.
Podemos ir mais longe, na época de Noé, que ao alertar o povo sobre um provável dilúvio, o povo zombou, e continuou a se divertir, até que o tal dilúvio chegou e levou todo mundo.
É triste ver que as autoridades de todo o mundo ainda não se deram conta da gravidade do problema.
E nós, o que estamos fazendo? Nada. Estamos nos deliciando com realities shows mostrado pelas emissoras sensacionalistas, curtindo a onda de consumismo, ou seja, curtindo a vida a doidado.
Pode ser também, que esse seja o único modo que a nossa geração encontrou pra não encarar o problema de frente.
Indignado? Ah, todos nós ficamos, mas o problema não é nosso, certo?
Errado. O problema é nosso, porque nós o inventamos.
Transformamos o planeta numa grande estufa que a qualquer momento pode explodir.
Exploramos nosso solo e não repomos o que tiramos.
Matamos as florestas e os animais com a mesma frieza que esmagamos as baratas.
Maltratamos nossas crianças e não a educamos, transformando as pobrezinhas em assassinos frios, políticos corruptos, seres antisociais.
Inventamos guerras que só propiciaram um hambiente hostil e cheio de pessoas revoltadas, sedentas de vingança.
Abandonamos nossos princípios éticos e morais e nos tornamos seres cada vez mais individuais e gananciosos.
Não nos importamos mais com as lágrimas, não choramos com cenas de beijos apaixonados, nem nos compadecemos mais do sofrimento alheio.
Nos tornamos seres frios, arrogantes e céticos.
Não gostamos mais de filmes românticos, mas preferimos os violentos, com personagens cruéis e pornográficos.
Os vilões se tornaram mais atraentes que os mocinhos.
Não
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